quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Entre.... o ato de descobrir

Ele de cabelos escuros e pele clara.
Sútil e imprevisivel.
Jeito de ser misterioso e calmo.
O jeito de agarrar as mãos que conduz até o seu corpo.
Beijo devorador.
Ela na minha plenitude atrapalhada, olho para ele.
Ela de cabelos claros e pele escura.
Jeito de ser estabanado e hiperativo.
Ela o deixa segurar suas mãos, de forma que os dedos dela fiquem livre.
O corrompe derrubando os copos e rindo alto.
Gosta e goza de liberdade.
Beijo? Sua boca é mistério...
Ele se veste de forma básica
Ela acidente de gaveta de cores e flores, seu jeito impulsivo e infantil como os palhaços são.
E como ela tem que ser.
Ele na rua a conduz de forma romântica
Ela dança tango bebada...
Ele chega no horário
Ela ligando que vai se atrasar.
Ela o busca no terminal
Ele a espera.
Mais o jeito de querer, e de descobrir o que são no corpo do outro ainda perpetua.
Invadir-se...
Esperamos até a página 5.


ass: Mar Santiago

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Flores.... São flores

Flores na cidade empoeirada

Uma flor no asfalto da cidade de pedra.
Fora colhida para mim.
Sem muito devanear sobre o ato feito refeito.
Uma flor!
É uma flor!
Uma flor cinza como a cidade que olho ao meu redor.
Mais que ganhara cor aos olhos meus.
Um ato de surpresa e delicadeza.
Um beijo na bochecha de agradecimento.
Tem um lado seu que não conheço, que começo a perceber.
É cativante!
Tem um lado meu que não conheces.
Quando eu vier em outra vida
Quero ser um passáro!
Mais esse conto lhe conto depois, que colher mais flores pra mim ou conchas de Mar.


ass: Mar Santiago

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Delicadezas II

Me surpreendo com minhas falas e minhas percepções.
Me afogo nos pensamentos.
Enquanto tomo um banho.
A água escorre inunda o box do banheiro e minhas idéias perpetue.
Morro e Renasço durante o afogar no chuveiro.
Converso com você e percebo o quanto está cansado.
Converso comigo e vejo que também estou mais em outra proporção.
E percebo que sou mais calma do que aparento ser e do que gostaria
Delicadezas anda tenho no florir da calça
Dos vestidos e das flores no cabelo.


ass: Mar Santiago

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Delicadezas

Me descubro a cada amanhecer no silêncio e no riso no amor e na solidão de minutos.
No beijo rápido
No abraço apertado
No toque invasivo.
Solidão...estando em um caos urbano.
Um cheiro um olhar uma saudade.
Delicadezas....
Me descubro a cada olhar seu.
A cada fala no telefone.
O riso expansivo e o aconchego que acontece...
Me descubro e me cubro
Com lençois de alfazema.
Me descubro e me cubro.
Me vejo nua perante
Todas...
Me vejo e desejo ser pintada em uma tela branca
Tinta à óleo.
A foto envelhecida olhos brilhando em foto em PB.
Solidão até que o relógio desperte...
Me cubro

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Música : Canta

Canta o mais que puder.
Canta até teu coração chegar.
Canta até tuas lágrimas
E me mostra teu sorriso
Me mostra tual alma.
Doce,risonha e inocente como das crianças.
Canta o teu riso mais belo
Faz crescer nosso elo.
Canta porque te espero
Porque te quero tão perto.
Faz da tua dor a risada mais limpida
Faz da tua dor felicidade eterna.
Faz tua dor virar canção.



Composição Marcela Cabral/Mar