quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

A Viagem






Necessário é...
Necessário foi...
Sempre será para acalmar o coração.
Respire....

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

a pessoa diz:
ele vai demorar pra vim até ti,ele é orgulhoso.
a menina fica triste com olhos mareados.
vai para o quarto e chora.
tenta acalmar o coração aflito.
a menina no meio das lágrimas se depara com as soluções.
eu não posso determinar tempo,mas o orgulho dele irá derreter.
assim como a vela que queima o pavio.
ele vem até mim....
ele vem até mim...
ele está a escutar meu chamado.
e o coração acalma tendo certeza que ele escutou sua voz o chamando.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

o moço sentiu tanta saudade da moça de risada alta e sorriso frouxo.
que veio até a ela.
ela agora é passarinho das beiras pra lá do maranhão.
ele moço de são paulo.
mas ela não quer mais rupturas por conta de distâncias.
ela quer aproximação...
e ele também.
sentem saudades um do outro.
ela vai ganhar alturas mais longes.
mas voltara sempre pra junto dele.
para o acalanto para o sorriso.
para o amanhecer.
com gosto de quero mais.
ela finalmente se tornou pássaro.
e ele voltou para os braços dela.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Lágrimas são palavras diluidas.
Foi assim que a menina disse pra si.
Depois de ter chorado um mar inteiro....
Ela olhou pro céu e agradeceu pelos olhos mareados.
Todas as palavras que não disse.
Chorei.
E as disse assim mesmo.
Em forma de rio.
Assim se fez.
Assim se cumpriu.
A menina e o moço seguiram rumos distintos.
Ele cá em São Paulo.
Ela lá no Maranhão.
As fitas lhe atravessaram.
Mas ele sente a falta da moça de risada alta e fácil.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Faz tempo que não visito esse espaço.
Esse espaço particular e de escrita minha.
Sim crio e reinvento histórias minhas.
A última ocupou um espaço de praticamente dois anos desse espaço.
Tudo está melhor para enxergar as situações.
Feliz?
Sempre sou!
Independente das situações.
Piegas?
Sim,muito.
Esse é um espaço onde posso exacerbar o que sinto em grande maioria.
Se me perguntarem se eu o amo.
Respondo como na primeira vez.
Sim!!!
Acho justo colocar aqui neste espaço que se tornou meu espaço de treino de emoções....
Ainda é Primavera!
Muitas coisas podem e devem ainda florir.


ass: Mar Santiago

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Repouso de Donzela

E dançamos atados na cozinha...
E meus pés parecem flutuar.
A música já se perde.
Eu nos braços teus...
Totalmente repousada desarmada.
Amor fui donzela dançando contigo na cozinha,de roupas largadas...
E você me amando baixinho no ouvido.
Dizendo que me ama.
Beijos no pescoço,minhas unhas nas costas tua nua.
E fui donzela...
E dançamos
E dançamos
E voltamos a nos encontrar...

ass: Mar Santiago

quarta-feira, 15 de maio de 2013

A Sina

A sina de guerreira.
Ser guerreira.
Eu não pedi para ter que usar uma armadura,para não ser ferida em combate.
Aos 6 anos de idade com a partida de meu pai.
Tive que no meu subconsciente enfaixar meus seios e ir para a guerra.
Cresci sendo cuidada por uma casa apenas de mulheres.
Reclamo não!
A sina de guerreira já me apontava ali no começo das primaveras.
Entender que eu teria que me defender sozinha.
E isso foi ótimo para consciência de mundo hoje.
Em uma sociedade machista e patriarcal.
Sempre busquei ser mais feminina.
Mas pra quê?
Para quem?
Para suprir essa armadura que tinha já embutida nos meu poros.
Anos depois na lira dos 20 anos,aprendi a ser guerreira de espada e tudo.
Passei por um desafeto,uma decepção amorosa que me levou quase a loucura.
Eu tão nova acostumada com tudo,até com o fator de estarem entre pernas minhas.
Fui surpreendida por um rapaz, que me agrediu psicologicamente
Desde então eu que ia para o combate.
Me armei dos pés a cabeça para não ser mais assim invadida.
Não deixei de buscar o ato de amar.
Mas nunca repousei nos braços de um homem como donzela.
Que bom!
Mas sinto falta de ser desarmada.
De receber um abraço,um acalanto sem precisar pedir.
Sempre estive a frente das próprias razões.
Não choro em público.
E se choro logo me arrependo e me fecho dentro da armadura da guerreira.
Dói!!
A noite às vezes procuro razões de entender essa sina.
Me dada desde pequena.
Em tempos de Guerra.
Enfaixo meus seios e vou para a guerra.
Quem nasceu com sina de guerreira nunca vai repousar um dia no acalanto como donzela.


ass: Mar Santiago