Mesmo querendoo estar.
Querendo querer
Fujo
Porque é necessário
Se perder
E me encontrar em rastros de vocês
Impregnada ainda me encontro mais não desejo
Que perpetue
O ciume o querer
Excessivo
Distante
Embriaguez ainda tenho de você..
Entorpece
Não dilacera por que faz bem.
Preenche
Mais me deixa lacuna
O que é isso ?
Nem eu sei...
Nem eu sei...
ass: Mar Santiago
quarta-feira, 26 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Tênue
Não tenho pretensão de me apaixonar
Não pretendo apegar-me
O fato de estar é o que necessito
Aqui!
Sem mentiras ou verdades
Do tamanho que somos
Sem lupas de aumento ou holofotes
Aqui!
No encontro da noite com a manhã
Um encontrar tênue de segundos
Que paira no tempo e espaço
Não esmorece
Não desejamos mais que estar
Em meio do ato de cruzar do dia
E o findar da escuridão do dia seguinte
Acontecem espamos, encontros de mãos,dedos.
Acalanto calor e frio
Choques termicos em corpos iguais
O encontrar dos lábios
Provaca-se sem perceber
Que os corpos se aproximam a cada instante
Da palavra que cruza
Do olhar que some
Da mão gelada
Do abraço que afaga
O frio noite adentra ,são três da manhã
Não há ninguem nas praças,ruas,becos e avenidas
Há corpos fébris perdido em meia multidão de silêncio
Que acontece as vezes na Grande São Paulo impolvoroza
Levantamos pois a grama já está úmida o orvalhar
Da madrugada longa,curta,fria e acolhedora
Não temos pretensões
O que nos determina
Não é absolutamente o Nada!
O fato de ser nada
É bom.
E acontece assim.
Estamos nesse espaço
Recortamos mais este momento
Destaquei-o me meia minhas confusões
Páginas,Livros,Cds,TEXTOS E ESCRITAS
Entre meu total medo
Ainda permanecido nas costelas minhas de menina
É
Significa estado, isso que nos interessa.
ass:Mar Santiago
Não pretendo apegar-me
O fato de estar é o que necessito
Aqui!
Sem mentiras ou verdades
Do tamanho que somos
Sem lupas de aumento ou holofotes
Aqui!
No encontro da noite com a manhã
Um encontrar tênue de segundos
Que paira no tempo e espaço
Não esmorece
Não desejamos mais que estar
Em meio do ato de cruzar do dia
E o findar da escuridão do dia seguinte
Acontecem espamos, encontros de mãos,dedos.
Acalanto calor e frio
Choques termicos em corpos iguais
O encontrar dos lábios
Provaca-se sem perceber
Que os corpos se aproximam a cada instante
Da palavra que cruza
Do olhar que some
Da mão gelada
Do abraço que afaga
O frio noite adentra ,são três da manhã
Não há ninguem nas praças,ruas,becos e avenidas
Há corpos fébris perdido em meia multidão de silêncio
Que acontece as vezes na Grande São Paulo impolvoroza
Levantamos pois a grama já está úmida o orvalhar
Da madrugada longa,curta,fria e acolhedora
Não temos pretensões
O que nos determina
Não é absolutamente o Nada!
O fato de ser nada
É bom.
E acontece assim.
Estamos nesse espaço
Recortamos mais este momento
Destaquei-o me meia minhas confusões
Páginas,Livros,Cds,TEXTOS E ESCRITAS
Entre meu total medo
Ainda permanecido nas costelas minhas de menina
É
Significa estado, isso que nos interessa.
ass:Mar Santiago
sábado, 1 de maio de 2010
Reverencio Teus Seios
Reverencio teus seios.
A pele alva que acabara de acordar.
O bocejar preguiçoso ao pé do ouvido em minhas manhãs.
Nostálgicas e mórbidas.
Quero o gosto da tua saliva
Do beijo dos seus aos meus.
Da tua fala clara.
Da tua poesia jogada de forma voraz no meu corpo.
Quero a face colada a minha.
Tuas mãos quentes em meu vestido.
Teu comportamento sutil e avassalador.
A fumaça dos nossos cigarros.
A bebida quente recostada ao teu colo.
Eu aqui de longe, apenas agradeço por reverencia-te
Sonhar contigo.
Querer tê-la por inteira em mim.
Dentro de mim
Uma parte sua aqui está.
Eu quero estar em todas as partes tua.
Quero me ver dentro de você.
Ass: Mar Santiago
A pele alva que acabara de acordar.
O bocejar preguiçoso ao pé do ouvido em minhas manhãs.
Nostálgicas e mórbidas.
Quero o gosto da tua saliva
Do beijo dos seus aos meus.
Da tua fala clara.
Da tua poesia jogada de forma voraz no meu corpo.
Quero a face colada a minha.
Tuas mãos quentes em meu vestido.
Teu comportamento sutil e avassalador.
A fumaça dos nossos cigarros.
A bebida quente recostada ao teu colo.
Eu aqui de longe, apenas agradeço por reverencia-te
Sonhar contigo.
Querer tê-la por inteira em mim.
Dentro de mim
Uma parte sua aqui está.
Eu quero estar em todas as partes tua.
Quero me ver dentro de você.
Ass: Mar Santiago
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Estórias
E tem Gente grande morando na gente
As histórias dos outros invadem nossa mente ainda em treinamento
Se alojam e provocam nossos pensamentos clandestinos.
Eita!Que tem gente grande morando dentro da gente.
Querendo Desbravar o mundo.
Sem antes olhar por um segundo,a janela de casa.
Me pego pensando na história da menina magrela
Que contara outro dia
Que uma chuva de flor pairou na cidade.
E tudo era contado no máximos detalhes
Da visão de um cego.
Que permanecerá em nossas memórias.
Olhar o mundo com a sensação de uma cegueira.
Assim como outras estórias que há de se contar.
De tantas Marias,Joaquinas,Severinas,Manoel,Pedros e Paulos
Que estão nas esquinas de casa e nunca paramos pra olhar.
Que nosso quintal é gigante.
Tamanho que não nos damos conta.
Lembro das pipas brilhantes que via os meninos de pés empoeirados empinar.
E que não achava a menor a graça.
A não ser brincadeira chata de ficando olhar pro ar.
Que pular corda não é mais brincadeira de criança
E que ser criança exige muito treinamento no olhar.
Num corpo que estranho agora.
O olho quando vejo no espelho.
Não é mais o mesmo corpo de um mês atrás.
Eita! Que descobrimos que o silêncio é importante.
Que nós não seremos mais o mesmos de antes.
Que a nossa boca de gente "grande"
Precisa saber calar mais.
E escutar melhor.
Que uma roda é ritual.
Estar também é!
Que conviver com estórias diariamente diferente das nossas, não é mais tão simples.
E daqui em diante isso só vai aumentar.
Até que não tenha mais dúvida pra quem mora dentro da gente.
Que podemos desbravar o mundo e nossos quintais, com maior riqueza em nosso olhar.
E assumir as éstorias do outro e contar para todos em desbravar só
ass: MAR SANTIAGO
As histórias dos outros invadem nossa mente ainda em treinamento
Se alojam e provocam nossos pensamentos clandestinos.
Eita!Que tem gente grande morando dentro da gente.
Querendo Desbravar o mundo.
Sem antes olhar por um segundo,a janela de casa.
Me pego pensando na história da menina magrela
Que contara outro dia
Que uma chuva de flor pairou na cidade.
E tudo era contado no máximos detalhes
Da visão de um cego.
Que permanecerá em nossas memórias.
Olhar o mundo com a sensação de uma cegueira.
Assim como outras estórias que há de se contar.
De tantas Marias,Joaquinas,Severinas,Manoel,Pedros e Paulos
Que estão nas esquinas de casa e nunca paramos pra olhar.
Que nosso quintal é gigante.
Tamanho que não nos damos conta.
Lembro das pipas brilhantes que via os meninos de pés empoeirados empinar.
E que não achava a menor a graça.
A não ser brincadeira chata de ficando olhar pro ar.
Que pular corda não é mais brincadeira de criança
E que ser criança exige muito treinamento no olhar.
Num corpo que estranho agora.
O olho quando vejo no espelho.
Não é mais o mesmo corpo de um mês atrás.
Eita! Que descobrimos que o silêncio é importante.
Que nós não seremos mais o mesmos de antes.
Que a nossa boca de gente "grande"
Precisa saber calar mais.
E escutar melhor.
Que uma roda é ritual.
Estar também é!
Que conviver com estórias diariamente diferente das nossas, não é mais tão simples.
E daqui em diante isso só vai aumentar.
Até que não tenha mais dúvida pra quem mora dentro da gente.
Que podemos desbravar o mundo e nossos quintais, com maior riqueza em nosso olhar.
E assumir as éstorias do outro e contar para todos em desbravar só
ass: MAR SANTIAGO
domingo, 18 de abril de 2010
Entre o Riso e o Poder
O fato de sucitar o riso desde o primórdio, tinha em seu principio formas intrisecas de: contestação,manifestação e libertação.
Como diria o próprio filosófo Nietzchie em suas obras "Rir é expulsar os demônios".As autoridades se viam ridicularizados em praças públicas, porém não encaravam de forma desrespeitosa, pois quem os proporcianavam esse "divertimento" eram:bufões, arquétipos,nômades; que não deixavam seus recados explicitamente de contestação ao poder.
Se associarmos algo semelhante em tempos distintos; como no Brasil no regime ditatorial o simples esboçar riso sobre algo, era visto como revolução ou desrespeito, era devolvidocom as maiores barbares, como forma de conter esses atos em público.
O riso é compativel com o poder,quando alcança a população massificada amordaçada e vendada pela mídia televisiva.Pois é vista como "entretenimento", a informação transforma-se em piadade bar em contéudo vazio e se esvai pelo ralo do banheiro, na primeira chuveirada da sociedade.
O ato de rir dos problemas socias que temos no século XXI,de forma inteligente e de reivindicação incomoda o poder.Estamos cutucando-os com varas curtas colocando-os contra a parede,nem precisamoscitar que o riso inteligente incomoda, é imcopativel com a hierarquia.
A compatibilidade entre o cômico e o poder, na minha visão atual é uma forma de atingir grande parte da população; no fato de conscientizarmos de assuntos sérios e de extrema importância de modo geral.
Mais atualmente esse " acordo" não é de ambas partes, a hierarquia não tem interesse em civis reflexivos,pensantes ainda mais através da arte.Podemos nos basear nesse quesito por uma simples fator, a cultura cadavez mais desvalorizada, menos verba , menos arte acontecendo nas ruas para a população.
Como diria o próprio filosófo Nietzchie em suas obras "Rir é expulsar os demônios".As autoridades se viam ridicularizados em praças públicas, porém não encaravam de forma desrespeitosa, pois quem os proporcianavam esse "divertimento" eram:bufões, arquétipos,nômades; que não deixavam seus recados explicitamente de contestação ao poder.
Se associarmos algo semelhante em tempos distintos; como no Brasil no regime ditatorial o simples esboçar riso sobre algo, era visto como revolução ou desrespeito, era devolvidocom as maiores barbares, como forma de conter esses atos em público.
O riso é compativel com o poder,quando alcança a população massificada amordaçada e vendada pela mídia televisiva.Pois é vista como "entretenimento", a informação transforma-se em piadade bar em contéudo vazio e se esvai pelo ralo do banheiro, na primeira chuveirada da sociedade.
O ato de rir dos problemas socias que temos no século XXI,de forma inteligente e de reivindicação incomoda o poder.Estamos cutucando-os com varas curtas colocando-os contra a parede,nem precisamoscitar que o riso inteligente incomoda, é imcopativel com a hierarquia.
A compatibilidade entre o cômico e o poder, na minha visão atual é uma forma de atingir grande parte da população; no fato de conscientizarmos de assuntos sérios e de extrema importância de modo geral.
Mais atualmente esse " acordo" não é de ambas partes, a hierarquia não tem interesse em civis reflexivos,pensantes ainda mais através da arte.Podemos nos basear nesse quesito por uma simples fator, a cultura cadavez mais desvalorizada, menos verba , menos arte acontecendo nas ruas para a população.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Minha parte dentro e fora de você
Permanece
Perpetua..
O cheiro
O gozo...
O beijo
Não quero me deleitar de amores em vãos..
Quero a pele
O roçar dos corpos..
Teu corpo em cima do meu.
Extase.
Transcender no enconstar das peles
A minha e a Tua...
Exaustão dos corpos suados...
Contemplação do nú
As marcas nas costelas
O cheiroo adocicadoo e frenetico de canela que exala do meu corpo..
O sabor de Mar ainda perpetua em meu sexo...
Canela e o Mar
Junção perfeita
Ao meu olhar... distorcidoo a meia luz do abajur.
O abajur.... não se apaga.
Deixamos o ligado para ver nossa sombras
Encontrar-se
ass: Mar Santiago
Permanece
Perpetua..
O cheiro
O gozo...
O beijo
Não quero me deleitar de amores em vãos..
Quero a pele
O roçar dos corpos..
Teu corpo em cima do meu.
Extase.
Transcender no enconstar das peles
A minha e a Tua...
Exaustão dos corpos suados...
Contemplação do nú
As marcas nas costelas
O cheiroo adocicadoo e frenetico de canela que exala do meu corpo..
O sabor de Mar ainda perpetua em meu sexo...
Canela e o Mar
Junção perfeita
Ao meu olhar... distorcidoo a meia luz do abajur.
O abajur.... não se apaga.
Deixamos o ligado para ver nossa sombras
Encontrar-se
ass: Mar Santiago
Fúrias
A pele
A saliva o gosto que mata e desmata a sede tua
Sede... Que não saceia
Que não esmorece
Apenas é....
Sede com saliva amarga
No céu da boca
Boca
Palato
Dentes...
Gengiva.
Percorre...
Escorre
Encontra o corpo teu
No meu
No nosso nos beijos
O cheiro ainda exala
Perpetua
Na camisa aberta florida de botões esmagados
pelas fúrias das mãos...
ass:Mar Santiago
A saliva o gosto que mata e desmata a sede tua
Sede... Que não saceia
Que não esmorece
Apenas é....
Sede com saliva amarga
No céu da boca
Boca
Palato
Dentes...
Gengiva.
Percorre...
Escorre
Encontra o corpo teu
No meu
No nosso nos beijos
O cheiro ainda exala
Perpetua
Na camisa aberta florida de botões esmagados
pelas fúrias das mãos...
ass:Mar Santiago
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